Já que todos esperam que eu faça uma postagem de fim de ano, cá estou eu!
Não prometo nada além de uma retrospectiva da minha nadamolevida nesse ano.
Chorei, sorri, me apaixonei, cantei, danceiloucamente, me alegrei, beijei, amei, mudei, sonhei, realizei, viajei, vivi! Não necessariamente nessa ordem...
Vivi, intensamente!
Diria que dificilmente, 2011 vai ser melhor, talvez seja [em outras proporções] parecido, mas não igual!
Amor: Vivi um momento único, decidi minha vida em muitos aspectos, se não vivi um amor (pois não me acho capaz) vivi uma linda paixão, e descobri verdadeiramente o que são sentimentos!
Blog: Me descepcionei! Esperava mais de mim... Perdi inspiração, interesse... me deixei desanimar, eu deixei que os fatos e os atos, se sobrepusessem aos escritos, o que não pretendo deixar se repetir... Se deixar de escrever, será verdadeiramente por falta de tempo e não por falta de vergonha na cara ;)
Realizações: Venci a etapa mais chata e cansativa da minha vida: Escola secular! Sei [todo mundo diz] que d'agora pra frente piora, mas vai ser algo que eu sonhei, que eu almejei, e não algo no qual eu cai de pára-quedas. Pode ser mais difícil, mas será mais compensador! [Eu espero].
Ingrid: Não sei se melhor ou pior mas, com certeza, diferente! Talvez mais segura, mais consciente, mais ciente de suas limitações e capacidades, entendedora da própria mente [quase completamente], menos emocional [infelizmente], mais real, mais dura...
Enfim, em 2011 eu não prometo nada... a única coisa que desejo é conseguir viver cada dia e vencer cada batalha a que me propuz, espero ser forte o suficiente para não desistir, espero me aperfeiçoar em mim mesma e no conhecimento da minha própria mente e até mesmo da mente alheia.
Para o Brasil desejo menos corrupção, menos impostos, mais verdade e que o Governo faça pelo menos algo de bom para o povo.
Para o mundo, com certeza mais paz.
Para família, amigos, bloggeiros e conhecidos: mais sinceridade, verdade, mais amor, lealdade, menos tristeza, insensibilidade, mais inspiração [pra quem escreve]...
... e um ano novo de muitas realizações
quinta-feira, 30 de dezembro de 2010
sexta-feira, 24 de dezembro de 2010
Hohoho!
Natal... uma data em que pessoas que não se cumprimentaram o ano inteiro, fazem votos de felicidade e boas festas [torcendo pra que eles não se realizem]...Em que pessoas enlouquecidas tentam preencher um vazio existencial com compra de presentes, enfeites, comida [em excesso], e reuniões...
Se isso vale a pena? talvez, só por uns instantes...
Mas, as pessoas deveriam buscar coisas mais interiores, menos superficiais...
Sentimentos sinceros, ao invés de presentes.
Lembrar-se do dono da festa também é muito importante!
Se isso me machuca? Creio que não... porque o que EU sinto é verdadeiro.
Mas se tenho recíprocas verdadeiras? Diria que algumas, algumas que são poucas (se comparadas à quantidade que eu acreditava anteriormente) mas fazem a minha vida imensamente feliz e nesse ano, especialmente, eu as conheci...
Nesse natal eu desejo mais do que qualquer coisa, sinceridade e amor! Para todos e para mim!
A todos, um Feliz Natal!
quinta-feira, 16 de dezembro de 2010
O último dia é o primeiro dia
Quão sábios são os provérbios dos desprovidos...
"Eu vou morrer mesmo, pra que ficar com raiva de alguém"...
e é isso, a tal da outra face né?
Mas, sabe que a raiva passou e a indignação também?!
Talvez pelo fato de não fazer mais diferença... "agora tanto faz"
Mesmo que algumas pessoas tenham tido a facilidade e habilidade de fazer desandar tudo que se construiu no decorrer de anos... tudo que se tem a fazer é esperar, respirar e deixar com que o tempo passe e aquela obrigação de cada dia se acabe, não se aprofundar no relacionamento, e ser indiferente... nada mais!
Na noite, sob a luz do luar que refletia seus raios nos tecidos brilhosos das moças, as caras "borrocadas", os olhares trocados, saltos e sapatos, todas as cores, músicas e toda a pompa, afasta o desejo de brigar, e é quase involuntário o sorriso, e mesmo que não se queira a noite acaba e com ela os gostos e também os desgostos. Daí você dorme, e aquela noite não volta mais.
E então esse é o último dia da minha vida e é o primeiro dia dos muitos outros dessa próxima vida, que não pára, não espera e não dá trégua.
Será que um dia eu vou querer voltar atrás neste determinado espaço de tempo? Não creio, mas se assim for, será porque nem tudo foi perdido, algo de bom se tem a aproveitar.
...quase que pegando no tranco vem a "inspiração", forçada a aparecer, difícil, mesmo havendo o desejo de escrever...
"Eu vou morrer mesmo, pra que ficar com raiva de alguém"...
e é isso, a tal da outra face né?
Mas, sabe que a raiva passou e a indignação também?!
Talvez pelo fato de não fazer mais diferença... "agora tanto faz"
Mesmo que algumas pessoas tenham tido a facilidade e habilidade de fazer desandar tudo que se construiu no decorrer de anos... tudo que se tem a fazer é esperar, respirar e deixar com que o tempo passe e aquela obrigação de cada dia se acabe, não se aprofundar no relacionamento, e ser indiferente... nada mais!
Na noite, sob a luz do luar que refletia seus raios nos tecidos brilhosos das moças, as caras "borrocadas", os olhares trocados, saltos e sapatos, todas as cores, músicas e toda a pompa, afasta o desejo de brigar, e é quase involuntário o sorriso, e mesmo que não se queira a noite acaba e com ela os gostos e também os desgostos. Daí você dorme, e aquela noite não volta mais.
E então esse é o último dia da minha vida e é o primeiro dia dos muitos outros dessa próxima vida, que não pára, não espera e não dá trégua.
Será que um dia eu vou querer voltar atrás neste determinado espaço de tempo? Não creio, mas se assim for, será porque nem tudo foi perdido, algo de bom se tem a aproveitar.
...quase que pegando no tranco vem a "inspiração", forçada a aparecer, difícil, mesmo havendo o desejo de escrever...
domingo, 28 de novembro de 2010
Lying
Medo de enfrentar?
Mentiras?
Como?
A única coisa que me amedronta quanto às mentiras, é quem as conta, não há mais medo dos ditos se eles já foram descobertos!
Por que temer as mentiras de alguém que tem medo da própria sombra?
"Mentir pra si mesmo é sempre a pior mentira!"♫
Mentiras?
Como?
A única coisa que me amedronta quanto às mentiras, é quem as conta, não há mais medo dos ditos se eles já foram descobertos!
Por que temer as mentiras de alguém que tem medo da própria sombra?
"Mentir pra si mesmo é sempre a pior mentira!"♫
terça-feira, 23 de novembro de 2010
See
Dizem que, não importa qual seja a verdade, as pessoas vêem o que querem ver.
Algumas pessoas podem dar um passo para trás e descobrirem que estavam olhando para a mesma cena por todo o tempo.
Algumas pessoas podem ver que suas mentiras quase acabaram com elas.
Algumas pessoas podem ver o que estava na sua frente o tempo todo.
E ainda há aquelas pessoas que correm o máximo que podem para não terem que olhar para si mesmas.
E quanto a mim? Eu vejo agora, não tão claramente quanto gostaria, mas vejo!
Algumas pessoas podem dar um passo para trás e descobrirem que estavam olhando para a mesma cena por todo o tempo.
Algumas pessoas podem ver que suas mentiras quase acabaram com elas.
Algumas pessoas podem ver o que estava na sua frente o tempo todo.
E ainda há aquelas pessoas que correm o máximo que podem para não terem que olhar para si mesmas.
E quanto a mim? Eu vejo agora, não tão claramente quanto gostaria, mas vejo!
Copiado e adaptado por mim
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Reflexões
quinta-feira, 11 de novembro de 2010
Vontade de escrever de vermelho!
Mesma cena, mesma chuva e mesma insegurança...
Como sempre não sei qual é, realmente, o meu desejo e eu não sei se são as músicas ou os filmes, mas tudo me remete à pergunta: O que eu quero, existe? Eu, realmente, preciso do que eu penso que preciso? Ou é ilusão?
Eu não sei por onde anda minha mente, mas eu sei que não é perto e se eu tivesse qualquer tipo de noção do que eu procuro, me agarraria à ideia de que posso alcançar, mas não sei sequer como se chama isso.
Como sempre não sei qual é, realmente, o meu desejo e eu não sei se são as músicas ou os filmes, mas tudo me remete à pergunta: O que eu quero, existe? Eu, realmente, preciso do que eu penso que preciso? Ou é ilusão?
Eu não sei por onde anda minha mente, mas eu sei que não é perto e se eu tivesse qualquer tipo de noção do que eu procuro, me agarraria à ideia de que posso alcançar, mas não sei sequer como se chama isso.
quarta-feira, 3 de novembro de 2010
estranho
não precisa fazer sentido...
se mesmo com a chuva que escorre lá fora, não consigo ver sentido em continuar sentindo esse frio um frio por saber que além de estar sozinha, estou solitária. se hoje fosse meu último dia, eu iria sem glória... não teria chance, e nem vontade, de ligar para aqueles que nem em vida se interessam... e se eu consumisse hoje todas as cartas, todas as fotos e tudo que me lembra que um dia eu existi? teria eu ainda memória pra recordar todos aqueles por quem chorei e todos os lugares por onde andei, os lábios que beijei, e aqueles a que me abstive? por acaso seria mais fácil se eu pudesse desistir? já que jamais, até hoje, encontrei aquilo (aquele) a quem imagino estar procurando por todo esse tempo, se é que isto/isso/ele existe. e se eu começasse de novo, qualquer coisa serviria, em qualquer lugar eu iria e jamais se importar se ninguém nunca se importou. e mesmo àqueles com quem me incomodo seria apenas um sorriso, porque nada vale esse descontrole, mas a verdade é que eu nem mesmo sei se eu estou procurando algo ou se é algo que está me procurando, se eu preciso ou só sinto falta, mas a verdade é que alguma coisa não está normal, parece que tá tudo
se mesmo com a chuva que escorre lá fora, não consigo ver sentido em continuar sentindo esse frio um frio por saber que além de estar sozinha, estou solitária. se hoje fosse meu último dia, eu iria sem glória... não teria chance, e nem vontade, de ligar para aqueles que nem em vida se interessam... e se eu consumisse hoje todas as cartas, todas as fotos e tudo que me lembra que um dia eu existi? teria eu ainda memória pra recordar todos aqueles por quem chorei e todos os lugares por onde andei, os lábios que beijei, e aqueles a que me abstive? por acaso seria mais fácil se eu pudesse desistir? já que jamais, até hoje, encontrei aquilo (aquele) a quem imagino estar procurando por todo esse tempo, se é que isto/isso/ele existe. e se eu começasse de novo, qualquer coisa serviria, em qualquer lugar eu iria e jamais se importar se ninguém nunca se importou. e mesmo àqueles com quem me incomodo seria apenas um sorriso, porque nada vale esse descontrole, mas a verdade é que eu nem mesmo sei se eu estou procurando algo ou se é algo que está me procurando, se eu preciso ou só sinto falta, mas a verdade é que alguma coisa não está normal, parece que tá tudo
minúsculo e il3g!v£[ é como quando você entra em casa e tem a sutil impressão de que alguém esteve ali e algo não está como estava antes, é como se alguém estivesse estado aqui e algo não está como estava antes. mas você esquece e entra em casa e vai pro quarto, toma um banho e tira roupa molhada de chuva, um banho quente cai bem, porque você nem sequer reconheceria o que é que está fora do lugar. mas quando as coisas se acertarem, será que você vai se lembrar?
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