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domingo, 26 de fevereiro de 2012

em frente





não vou te [me] enganar dizendo que não te procuro mais.

que não te sigo (em silêncio) e que o que você faz já não me desperta curiosidade.

isso seria burrice.

não consigo negar.

ando devagar pra que você não me perca de vista, mas já não olho mais pra trás.

e me martirizo com as perguntas que gostaria de fazer pra você, mas não farei.

e também penso se você sente culpa por algo, ou se pra você tanto faz.

já que sei que não sente mais minha falta. absoluta certeza.

agora vou por no chão tudo que tenho contra/com/por você. vou me virar devagar. contar até 3 e correr. correr o mais rápido e mais longe que puder. trate você de recolher esses restos. porque tem alguém me esperando.



segunda-feira, 3 de outubro de 2011



Já faz algum tempo e voltar aqui por isso não me agrada...




E' a segunda vez que isso acontece e eu sinto mais remorso pelo que não fiz do que falta. Você nunca sabe o que poderia ter feito, exceto quando não tem mais chance de fazer e a morte te quebra. Eu tenho medo de ficar maluca, isso machuca muito e parece que nunca vai passar. Não tem como explicar, só que dói. Quando você tenta se lembrar dos feitos, as lágrimas se misturam aos sorrisos e etc...

Eu me sinto mal por nao poder fazer tudo a todos enquanto ha tempo... e isso que me machuca e aperta meu coracao... as coisas estao dificeis. As regras do jogo mudam sem termos chance de escolher ou opinar.




"Eu aprendi a ter tudo o que sempre quis, só não aprendi a perder e eu que tive um começo feliz... do resto não sei dizer" (8)



quinta-feira, 25 de agosto de 2011

Enjoy details




E há de haver felicidade... se não houver, a gente inventa...


E há de haver sonho... se não houver, a gente vende...


E há de haver uma razão, um motivo pra buscar, destrinchar a historia da humanidade, não só a da humanidade, a de cada ser individualmente, descobrir a motivação.


Não vamos agir mecanicamente, dia após dia, vamos encontrar uma novidade em cada pequeno detalhe, aquele detalhe que sempre deixamos passar. E, provavelmente, você não vai se importar com esse cliché que eu acabo de dizer, do qual já se falou em musicas, em filmes, livros... Mas, mesmo assim, eu vou dizer.


Porque eu descobri que já me acostumei tanto a fazer algumas coisas, que nem percebo que as fiz, e nem me lembro se fiz.


Já nos acostumamos tanto a fazer o mesmo caminho, pro trabalho, pra escola... que não nos permitimos conhecer novas coisas e proporcionar estímulos ao nosso cérebro. Não damos a ele a chance de observar não-mecanicamente o ambiente. Observar flores, árvores, pássaros, ou ate intervenções humanas como casas, campos, pontes...






Eu quase não tenho vontade de me mexer, nem de pensar, então espero, espero e observo. Me estimulo tanto, que acredito que algo, uma hora, vai mudar.

segunda-feira, 18 de julho de 2011

Enjoying the life (again & again)

o último comentário do rene (www.atavernadaraposa.blogspot.com) me deixou um pouco grilada, me fez pensar um 'caldo' na vida.
não é de hoje que eu observo afinidades e semelhanças entre os 'acontecimentos acontecidos' comigo e os acontecidos com o rene. e não só com ele, com vários amigos, um pouco mais velhos, que já enfrentaram situações semelhantes.
então, eis a questão: será que é absolutamente normal e esperado que vivamos todos as mesmas cenas da novela, mesmo que escolhamos caminhos diferentes e estilos diferentes de vida?
explicando: é aquele cara ou aquela garota que gosta muito de você, daí você não sente uma coisa parecida e depois quando começa a se interessar, ele/ela te esnoba;
é aquele hábito que você tem/tinha de observar as estrelas, as luas, os céus e os fenômenos da natureza;
é aquela insegurança que te assombra, depois auto confiança que te invade quando você percebe que é superior a qualquer coisa que tem o prazer de te ferir;
é o medo de uma vida nova que você tenha de enfrentar, mas que seja totalmente necessária;
é a indecisão;
o assombro pela vida;
a solidão...
(e por aí vai)
tudo isso se repete, não importa se você é negro, branco, vermelho ou azul...
se você estuda num colégio/faculdade particular, federal, estadual ou fuleira...
se você anda de ônibus, de camaro, de jatinho ou à pé...
não importa quão diferente você seja de todo o resto do mundo, algum desses tipos de situação, você terá em comum com alguém.
porque todo mundo, em algum momento da vida, se sentiu sozinho em meio à uma multidão, ou quis fugir pra não tomar uma decisão.
mas, como se chama isso? o que significa? como reagir a isso?
hoje não intento dizer verdades ou raciocínios... só tenho perguntas a apresentar.
sem mais!

segunda-feira, 11 de julho de 2011

Enjoy the moon



Depois de muito tempo, só uma coisa me pudia despertar a atenção... a Lua

A Lua ontem tinha um ar diferente.

Nada de ingênua, cheia, brilhante ou adorável...

ela era sarcástica.

Tinha um sorriso debochado, acho que ria de mim.

Mas, era impossível não olhá-la.

Mas, ela me criticava.

Era impossível não criticar, frente à situação deplorável.

Você vive a vida com todos, você pensa que vive a vida. Mas, no fim da noite é você quem está sozinha, indo pra casa sozinha.

E então, com excessão do vento que te toca com força e da Lune que ri de você/com você/ pra você... você não tem mais ninguém!

Não importa o quanto você se esforce, se exiba, (ou se permita ser vista), ninguém te nota.

E ai incrivelmente, você vê todas as pessoas que não gostaria de ver, quando pensa que sua noite não pode ser pior. Mas, é certo que você treme os joelhos quando a (o) vê.

Ria de mim, Lua... EU estou com vontade de rir.

sexta-feira, 17 de junho de 2011

coração



era uma vez um homem

centrado em suas verdades, falava através do silêncio. mas na transparência e na quietude de suas palavras, feito canção que se compõe entre os olhares dos apaixonados, surgiam versos como surge o perfume das flores.

ainda que existisse, tantas vezes se perguntava se ele era real.

amava por inteiro. queria ser amado sem exigir sentimentos. para ele, o amor só valia quando causava alegria. era de um tanto dedicado que perturbava aqueles que não sabem receber o amor.

porque não é simples recebê-lo.

mas talvez perturbasse mais por não deixar-se desvendar... era homem, feito anjo; sem asas, era anjo, feito homem. sabia voar, a sua maneira, através das coisas que sentia... mas, além disso, sabia fazer voar, através dos sentimentos que oferecia. talvez não fosse um homem, talvez nem fosse um anjo... certamente isso é uma fábula para quem não acredita em anjos ou em arco-íris ou mesmo em amor.

não há um único nome. existem vários. aos homens, todos os outros homens, ele era, mesmo sem saber, uma parte dentro de cada um. seu nome era coração.




Rosana Braga

quarta-feira, 8 de junho de 2011

enjoy your camel

... pra quem pensa tudo ao mesmo tempo





a verdade é que eu nunca entendi... por que as decisões mais importantes têm de ser tomadas com o menor tempo possível? a verdade é que não se pode decidir toda uma vida sem tempo pra pensar.


os calafrios, os arrepios, não são só pelo frio... a fenda espacial no estômago. os tremores. a fraqueza e a cabeça que pensa tudo ao mesmo tempo, que não pára, que não dorme, não descansa... aaah... essa cabeça nada pode fazer agora! atingiu a sarjeta. depois de matar. matar os sonhos, as esperanças, o medo? [não, provavelmente não, esse cresce cada vez mais]. depois de matar tudo que pudesse crescer dentro de si, atingiu a sarjeta, em todos os aspectos. e sentada ali, com seu camel, só tentava organizar tudo que brigava por prioridades em sua mente - que não pára.


- "como é que vai ser?" - "daqui pra frente"? - "não, só hoje, quero saber de hoje". - "como vou sobreviver?" - "como é que vou me ajeitar?" - "como vou conseguir comer?" - "ou... só voltar a respirar..." - "não sei! quem sabe?" - "talvez nunca saiba" - "vou ter que me contentar em imaginar".


e o mais difícil é esperar, do tipo: espere e verá. e até que aconteça, não dá nem mesmo pra viver. nem adianta tentar. porque não se pode ouvir, ver, sorrir, comer, dormir, sonhar. pelo menos, não verdadeiramente.




~prece. faça uma prece. com tudo que você aprendeu. com toda a força que lhe resta. com o último fio de esperança do que quer que seja que deseje.

quinta-feira, 2 de junho de 2011

Judgment

engraçada essa situação de julgar pessoas... alguns ruidosamente silenciosos, outros silenciosamente barulhentos. a tensão evidente faz com que ninguém deseje chamar a atenção.
cada detalhe deve ser minusciosamente analisado (perscrutado) pela importância da ocasião. pena que algumas pessoas não podem muito ajudar.
deprimente mesmo é a situação de ser julgado, o centro das atenções, o único palhaço do picadeiro, o show é dele. talvez seja por isso a apreensão, ou não, talvez seja porque ele caiu antes, é, deve ser isso, e todo esse circo foi montado por esse motivo.
a solução dos problemas está nas perguntas, seja a outros, ou a você mesmo.
OLHOS, OUVIDOS, BOCAS

segunda-feira, 18 de abril de 2011

livre o suficiente


.é uma ótima forma de começar o dia, um ótimo dia pra começar a semana. mas eu só queria que meus pés não tivessem rumo certo, queria que minhas mãos não estivessem tão ocupadas, que não houvesse tanta bagagem e eu pudesse correr... pudesse sentir a água caindo no rosto, molhando o corpo, lavando a alma. talvez fosse realmente um dia perfeito, se não houvesse tanto por fazer! desejaria que não houvessem tantos rostos conhecidos, tantas obrigações e nem caminhos certos, percorridos.

que qualquer lugar que eu fosse, estivesse a me esperar e nele realizasse indizíveis feitos.

queria que sentir fosse suficiente, não houvesse necessidade de explicações... nunca fui muito boa com palavras --'

por isso amo os bebês! com eles não é necessário falar, só demonstrações, eles não se esqueceram o que é sentir...

e se eu pudesse correr? correr tanto que não me lembrasse mais de onde vim, até que meus pés doessem, minhas pernas amolecessem e eu caísse, sem reação.

talvez eu precise mesmo é correr de mim, me afastar de tudo que me lembra o que eu posso fazer comigo mesma.

já que não é possível, me abrigo em baixo de uma proteção que me impede de entrar em contato com o que cai lá fora. até que eu esteja livre o suficiente pra passar por ela sem me preocupar. . .

segunda-feira, 28 de março de 2011

(Im)perfeito


Já não é só tênis e o salto não é mais "5", a maquiagem não é mais toda rosa, as roupas não são só "larguinhas", os amigos são poucos, a mochila não tem rodinha e o compromisso não é mais a escola.

Mas as luzes da cidade, agora assustam mais...

Seria mais real se assustassem enquanto ainda era criança, mas talvez seja a falta de proteção.

O vento bate diretamente no rosto e não em um apoio...

A crueldade dirige-se diretamente e não a terceiros...

E as decisões são tomadas sem escolha e sem ajuda.

Muitas dessas decisões são difíceis e decisivas, mas não importa é preciso tomá-las sozinha.

O problema é que não importa quantas coisas boas você faz, todas elas são esquecidas por um deslize!

Mas talvez quem se esquece das coisas boas e se martiriza pelas mal-feitas, seja a própria.

"E se eu só me virar e correr?" ["...if I just turn and run" - fake plastic trees: radiohead]

Não... não iria adiantar, a minha mente me acompanharia onde quer que eu fosse.

Mas é muito mais que isso... é assumir que "o perfeito" não existe. Nem o plano perfeito, nem o ato perfeito, nem a pessoa perfeita, nem o mundo perfeito.

Como diria Platão (talvez ele não dissesse com essas palavras, mas): O mundo sensível é uma cópia do mundo das ideias, e as cópias não são perfeitas, elas são só imitações (por mais bem feitas que sejam). O mundo perfeito só existe na ideia original.

O pior de tudo é que o mundo não para, as pessoas não têm paciência, todos esperam que estejamos prontos a qualquer hora do dia, como em plantão... prontos pra tomar decisões e sempre as certas!

-Hey mundo, eu não tô pronta!


"Não existe meio de verificar qual é a boa decisão a se tomar na vida, pois não existe termo de comparação. Tudo é vivido pela primeira vez e sem preparação. Como se um ator entrasse em cena sem nunca ter ensaiado. Mas o que pode valer a vida se o primeiro ensaio da vida já é a própria vida? E isso faz com que a vida pareça sempre um esboço. No entanto, mesmo 'esboço' não é a palavra certa porque um esboço é sempre um projeto de alguma coisa, a preparação de um quadro, ao passo que o esboço que é a nossa vida não é o esboço de nada, é um esboço sem quadro" (A Insustentável Leveza do Ser - Milan Kundera)

segunda-feira, 14 de março de 2011

Amanhecer...

"(...) tudo em ordem atrás da aparente desordem. Uma ordem interna, imutável, solidificada." (Caio F. Abreu)

Pra quem acompanhou a confusão de sentimentos e palavras nos últimos dias, gostaria de anunciar que a Eu está de volta. Como num amanhecer radiante, em que o sol alegremente ilumina, assim sinto o meu pensamento clareado.

Não é uma Eu nem melhor, nem pior, apenas diferente! Com novas experiências, vivendo um novo momento, novos pensamentos e talvez até mais feliz [de uma forma diferente].

Mudanças trazem espanto, mas não significam "pioria", apenas uma transferência de sensações e situações. As frutas, quase sempre, mudam de cor em seu processo de maturação, mas não significa que isso as torna ruins, pelo contrário!

Nesse processo, o importante é compreender-se, aceitar-se, entender suas limitações e tentar superá-las, mas principalmente amar-se! Não é que eu seja melhor do que todos ou alguns, é só que pra mim, não há ninguém melhor do que eu! Como disse Tati Bernardi: "por mais que você queira muito alguém, ninguém vale tanto à pena a ponto de você deixar de se querer". Se alguém realmente "valer à pena" não te fará deixar de se querer, fará se amar mais, pois quanto mais se ama a si mesmo, mais se ama o próximo (amarás ao teu próximo como a ti mesmo).

Conselho: A pessoa mais importante na sua vida, deve ser você, as outras pessoas são complementos essenciais que merecem cuidados e respeito! Se você entender isso, não haverão problemas de relacionamento.

E pra finalizar essa reflexão cheia de citações:

"Vivia então os seus dias gloriosos" (Clarice Lispector).

segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

Vazio

Não peço às pessoas que entendam o que eu quero dizer, porque por vezes não entendo nem os meus próprios sentimentos.
Mas... sinto falta! Sinto falta de quando eu não via tudo embaçado, enuviado, confuso. Falta de quando meus sentimentos eram extremos, bons ou ruins. Falta de saber o que dizer e saber explicar. Falta talvez, de ser compreendida.
Ultimamente tem sido (como me disse um amigo) como as composições de Beethoven depois que perdeu a audição: Lúgubres e melancólicas. Não por estar me sentindo triste. Mas, por estar tudo constantemente confuso.
Se tivesse que definir as últimas coisas que escrevi, com certeza seria lúgubre e melancólico.
Uma pessoa como eu, acostumada a ter controle de todas as situações, sempre sabendo o que quer e o que sente, não pode com essa lacuna emocional.
Não é como quando você tem um problema, e vai até a raiz, arranca o mal e o resolve... é diferente! O meu problema é abstrato, inexplicável. Como se luta contra o escuro? Murros em ponta de faca...
Eu queria ter de volta aquele amor e carinho escorrendo pelos dedos, ter de volta a alegria palpável, não só a comum! a extra over que existia antigamente...
Mas tudo que sinto atualmente são engrenagens, dobradiças, e aço (muito rígido).

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

Marítimamente

Não tenho experiências em alto mar, não tantas quanto meu amigo Ladreau, por exemplo, mas eu devo admitir que apesar da água melada, da areia grudando, do sol quente e o suor, não há nada melhor do que o mar pra levar embora o stress. Na verdade o mar proporciona uma coisa, inegavelmente, o olhar para dentro de si - e fazia tempo que não parava pra fazer isso. Sem superstições, ou coisas do gênero, mas quando se mergulha, o mar lava a alma. A combinação perfeita entre refletir e lavar o ser.
É como se nada do que me afligia antes tivesse importância, inclusive a ansiedade, isso também não é mais um problema.
Pensar, essa é a chave do mistério. Acredito que não é necessário estar em meio às ondas que levam embora os problemas, para me decidir que preciso ficar bem.
Cantar, como eu precisava cantar! Há quanto tempo não cantava, e como extravasei!
Tomar banho de chuva!! aaah nem me fale! há quanto tempo não fazia isso!
Enfim, meus pensamentos estão um pouco fora de ordem, não consigo ordená-los muito bem, mas o fato é que eu percebi que algumas coisas não podem ser abandonadas, elas precisam ser repetidas, algo como um ritual, tudo que te faça melhor, e principalmente se for pra se desprender de rotinas desagradáveis.
E o mais importante, inspiração é uma escolha pessoal, você escolhe no que quer se inspirar, e o faz!

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

Convivência social

Pode estar relacionado com a chuva, provavelmente esteja, sim... esses sentimentos, essa vontade de escrever toda vez que chove. Algo se aciona aqui dentro feito alavanca. Mas o fato é que conturbado como está, eu não tenho me expressado muito, tenho ouvido mais e falado menos, tenho inclusive sentido menos. Se eu pudesse escolher um ano, escolheria 2009, aqui. O ano da inspiração, até indico! Estava lendo umas velhas postagens e por incrível que pareça, por mais que tenha boa memória, não conseguia lembrar as circunstâncias em que me encontrava enquanto escrevia aqueles textos, só sei que foram completamente favoráveis!
Mas o que quero tratar hoje é sobre a chamada "família". Não a de laços sanguíneos, de casa e tal... a que você é obrigado a conviver em determinadas circunstâncias, que recebe um nome, pode não ser muito agradável, mas enfim, você deve aceitar e fazer o possível para conviver bem... Não gostaria de citar como exemplo a família Restart por favor (mesmo que eles sejam uma família irritante que a gente acaba tendo que suportar)... rsrs Mas são exemplos: Igreja, faculdade, ônibus...
O princípio básico da convivência social, na minha opinião é, e sempre vai ser, não fazer com os outros o que você não gostaria que fizessem com você.
MAS! Todas (quase todas) as pessoas, pensarão primeiramente no bem próprio, no conforto e se sobrar um espacinho, pensarão mais um pouquinho em si mesmas para que não reste dúvidas de que elas estarão completamente bem.
É sim complicado conviver com pessoas diferentes tantas horas, todos os dias, por tanto tempo, mas mais complicado ainda, é ter que aceitar que pessoas "adultas" (com tanta idade), entendidas, se prestem a ridículos que mal são esperados por crianças.
E para terminar, eu gostaria de deixar uma frase célebre de uma filósofa, que emergiu das profundezas da noite, assistida pelo sono dos injustiçados: "Quem jogou carne em mim?"

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Chega o tempo...

É, meus queridos, parece que o tempo chegou!
Não que ele tenha saído pra passear, não. Mas é que agora ele vem cobrando coisas novas, novas e rápidas decisões, raciocínio, ações.
Não posso nem sequer sonhar que vai ser fácil de agora em diante, mas sou da opinião de que o que é fácil não é muito divertido, e estou disposta a me divertir!...
Tive o desejo de não somente ter um diário virtual, mas um em capa e papel também, porque cada dia será melhor que outro, e eu não posso deixar passar nada em branco (nem uma folha, nem um dia).
A maioria das pessoas que conheço e dos textos que já li, fala que o melhor dia da sua vida é hoje, porque o ontem não se pode mudar e o amanhã ainda não chegou, mas assisti a um vídeo que me obrigou a concordar que o melhor dia das nossas vidas é amanhã (vídeo esse que segue após o texto).
Amanhã é o dia em que você pode sonhar, realizar e principalmente, mudar o que não gostaria, ou gostaria, de ter feito hoje.
Gaste seu tempo assistindo, você não vai se arrepender!

...Porque o dia de amanhã é o melhor da sua vida!

http://www.youtube.com/watch?v=ZF5RiN6lF7s&feature=player_detailpage

segunda-feira, 17 de janeiro de 2011


Quando você abandona uma rotina e "viaja" [em todos os sentidos], você vê o quadro da sua vida de forma externa, possibilitando retocar os erros que não são vistos normalmente.
Se serviu de alguma coisa o que eu vivi, eu posso dizer:

Veja! Seja mais perceptivo (a), não acredite em acontecimentos alheios, não pare de funcionar.
Sinta! Use a capacidade de sentir, não só externamente [tato], mas internamente também, e sentir não é só ter pena de alguém que [te] ama, mas é amar também.
Arrisque-se a sofrer um pouco, baixe a guarda e solte as armas, não tema fazer algo que pode fugir ao seu controle e te fazer sofrer desesperadamente... isso passa!
Ajude! O mundo, em sua grande maioria, é feito por pessoas que querem muito ajudar, mas elas só querem... nem sempre a intenção é o que vale.
Arrependa-se! A maioria das pessoas que eu conheço, dizem arrependerem-se somente do que não fizeram. Experimente arrepender-se pelo que já fez, pode ser um impulso para mudar [pra melhor].
Perdoe! Acredito que mais de 80% das doenças emocionais, são causadas por guardar rancores.
Recorde-se! As memórias não podem mover sua vida, pois elas podem impedir coisas novas de serem escritas, mas elas representam o que você já viveu, bom ou ruim, e podem ser uma ótima tecla "Esc".
Sorria! Sorria muito, porque é a melhor forma que uma pessoa pode se lembrar de você.
Seja gentil! Mesmo que às vezes você precise fazer sacrifícios e isso te corroa, ser gentil não mata... pelo contrário.
Observe! Gaste tempo velando o sono de um bebê. Eu juro que você pode ver o paraíso! E isso é uma terapia [pelo menos pra mim].
Não abuse da sorte! Arriscar-se é preciso, pra viver bem, mas só até onde a cautela permite, algumas coisas deixam de se tornar riscos quando se tornam burrice.
Seja honesto (a)! Sua consciência pode ser o pior julgamento, e nada vale o preço de não se sentir em paz.
E por fim... AME! Quando você amar, todos esses conselhos parecerão sensatos!

Escrito originalmente, na madrugada do dia 17, às 00:46. Quando a inspiração bate... você só tem que escrever!

quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

O último dia é o primeiro dia

Quão sábios são os provérbios dos desprovidos...
"Eu vou morrer mesmo, pra que ficar com raiva de alguém"...
e é isso, a tal da outra face né?
Mas, sabe que a raiva passou e a indignação também?!
Talvez pelo fato de não fazer mais diferença... "agora tanto faz"
Mesmo que algumas pessoas tenham tido a facilidade e habilidade de fazer desandar tudo que se construiu no decorrer de anos... tudo que se tem a fazer é esperar, respirar e deixar com que o tempo passe e aquela obrigação de cada dia se acabe, não se aprofundar no relacionamento, e ser indiferente... nada mais!
Na noite, sob a luz do luar que refletia seus raios nos tecidos brilhosos das moças, as caras "borrocadas", os olhares trocados, saltos e sapatos, todas as cores, músicas e toda a pompa, afasta o desejo de brigar, e é quase involuntário o sorriso, e mesmo que não se queira a noite acaba e com ela os gostos e também os desgostos. Daí você dorme, e aquela noite não volta mais.
E então esse é o último dia da minha vida e é o primeiro dia dos muitos outros dessa próxima vida, que não pára, não espera e não dá trégua.
Será que um dia eu vou querer voltar atrás neste determinado espaço de tempo? Não creio, mas se assim for, será porque nem tudo foi perdido, algo de bom se tem a aproveitar.

...quase que pegando no tranco vem a "inspiração", forçada a aparecer, difícil, mesmo havendo o desejo de escrever...

terça-feira, 23 de novembro de 2010

See

Dizem que, não importa qual seja a verdade, as pessoas vêem o que querem ver.
Algumas pessoas podem dar um passo para trás e descobrirem que estavam olhando para a mesma cena por todo o tempo.
Algumas pessoas podem ver que suas mentiras quase acabaram com elas.
Algumas pessoas podem ver o que estava na sua frente o tempo todo.
E ainda há aquelas pessoas que correm o máximo que podem para não terem que olhar para si mesmas.
E quanto a mim? Eu vejo agora, não tão claramente quanto gostaria, mas vejo!

Copiado e adaptado por mim

quinta-feira, 15 de julho de 2010

Fome - faminta


Fome de aventura
desejo de se arriscar...

Fome de medo
navegar pelo desconhecido...

Fome de incerteza
não saber o que fazer...
Fome de palpitações
não poder segurar o coração...

Fome de conquistas

se ver importante...
Fome de tudo

Fome de nada
|Arriscar-se; Querer; Desejar; 'Desentender; Procurar; Não-encontrar; Precisar; Carecer; Mergulhar; Bocejar; Ignorar; Padecer|

segunda-feira, 5 de julho de 2010


"Se tivesse acreditado na minha brincadeira de dizer verdades, teria ouvido verdades que teimo em dizer brincando, falei muitas vezes como um palhaço mas jamais duvidei da sinceridade da platéia que sorria. A vida não é fácil como parece, ate os palhaços choram... não se iludam!"