quarta-feira, 16 de novembro de 2011

qu'il peut aller bien

vivi muito vivi-sofri
e não preciso dizer o porquê
mas, o fato é que sobrevivi ou vivi,
não importa.
eu sei da marca que tenho em mim
isso não passa
fica a cicatriz, ate pelo que fiz
e pelo que também não fiz.
eu sei de coisas que nem disse a você
claro que sei, são sobre mim,
então não acredite quando me vê feliz assim
meu peito dói e o coração pulsa,
mas, ainda estão inteiros, acho que sim, estou - obrigado.
acontece que pelo que se chegou ate mim, mudaram-se as situações
tudo foi clareando pouco a pouco, mesmo que por vezes escurecendo.
não me compreenda mal, mas aprendi a conviver comigo.
acontece que pra quem me escreve eu sou/estou perfeito assim,
mesmo sabendo de todo ou parte do meu passado/ pelo menos do que contei.
e pra ela só importa o que sou hoje, um anjo que se preocupa, que esta sempre ali, um grande amigo.
estou aqui e o tempo passou, as coisas vão mudar, eu vou!
sofriviviameichoreisorri. Isso não importa mas, pronto, estou aqui,
espero esse próximo futuro que, sei, vai ser diferente, nada disso vai importar daqui pra frente.


espero que seja assim pra você! MT

quinta-feira, 20 de outubro de 2011

Toast aux arts

Não o sou, mas me faço como tal

quando no meu pensamento elaboro descrições
do que faço, do que sou...
de cada mal...
bem ou mal o faço.

Se penso, logo existo
quando escrevo, logo o sou.

Não me importo com o que pensam
como vêem o que escrevo,
quando escrevo, não devo.

Me utilizo desta que, bem posteriormente,
foi reconhecida como uma das belas artes
mas que, para mim, é única,
que, quando me inspiro, me invade.

Nem penso em pedir desculpas
se a alguém, aqui, desagradei
deixo só o meu recado
no momento, não sou amado...
mas, tenho meus poemas para recorrer.

Escrevo quando há sofrimento,
meu diário ouve meu lamento,
minha poesia atende minha súplica.

E quando ao céu do amor eu voltar,
não tenho porquê minha escrita abandonar,
pois, esta atende a loucos e sãos
amantes, amados, amores...
a sofridos, sofredores.

E há de me servir no momento de dor,
no segundo da ilusão
e na paixão.
"Na alegria e na tristeza, na saúde e na doença, até que..."
depois de minha morte, meus escritos me imortalizem.


Feliz dia dos poetas, poetisas, amantes e os que tentam (como eu)...!!

segunda-feira, 3 de outubro de 2011



Já faz algum tempo e voltar aqui por isso não me agrada...




E' a segunda vez que isso acontece e eu sinto mais remorso pelo que não fiz do que falta. Você nunca sabe o que poderia ter feito, exceto quando não tem mais chance de fazer e a morte te quebra. Eu tenho medo de ficar maluca, isso machuca muito e parece que nunca vai passar. Não tem como explicar, só que dói. Quando você tenta se lembrar dos feitos, as lágrimas se misturam aos sorrisos e etc...

Eu me sinto mal por nao poder fazer tudo a todos enquanto ha tempo... e isso que me machuca e aperta meu coracao... as coisas estao dificeis. As regras do jogo mudam sem termos chance de escolher ou opinar.




"Eu aprendi a ter tudo o que sempre quis, só não aprendi a perder e eu que tive um começo feliz... do resto não sei dizer" (8)



quinta-feira, 25 de agosto de 2011

Enjoy details




E há de haver felicidade... se não houver, a gente inventa...


E há de haver sonho... se não houver, a gente vende...


E há de haver uma razão, um motivo pra buscar, destrinchar a historia da humanidade, não só a da humanidade, a de cada ser individualmente, descobrir a motivação.


Não vamos agir mecanicamente, dia após dia, vamos encontrar uma novidade em cada pequeno detalhe, aquele detalhe que sempre deixamos passar. E, provavelmente, você não vai se importar com esse cliché que eu acabo de dizer, do qual já se falou em musicas, em filmes, livros... Mas, mesmo assim, eu vou dizer.


Porque eu descobri que já me acostumei tanto a fazer algumas coisas, que nem percebo que as fiz, e nem me lembro se fiz.


Já nos acostumamos tanto a fazer o mesmo caminho, pro trabalho, pra escola... que não nos permitimos conhecer novas coisas e proporcionar estímulos ao nosso cérebro. Não damos a ele a chance de observar não-mecanicamente o ambiente. Observar flores, árvores, pássaros, ou ate intervenções humanas como casas, campos, pontes...






Eu quase não tenho vontade de me mexer, nem de pensar, então espero, espero e observo. Me estimulo tanto, que acredito que algo, uma hora, vai mudar.

terça-feira, 9 de agosto de 2011

Enjoin' the day

hoje o dia amanheceu lindo. e não é só porque é o dia em que, segundo minha mãe, eu nasci. além disso, tem o clima agradável, sol e vento, algo que me lembra praia, mas talvez a brisa esteja em mim.
eu me lembro, primeiramente, do dia em que comecei a aprender a dirigir. eu pensava que meus 18 anos nunca fossem chegar. ficava ansiosa, pensava que não conseguiria esperar. e cá estou eu!
hoje em dia tenho a maior facilidade de fazer planos para futuros, mesmo que distantes, pois o tempo não dá trégua.
não que eu queira fazer um discurso piegas sobre o tempo que passa muito rápido, que depois dos 15 não se vê mais, pois estou feliz com cada fase da minha vida, e espero que nessa nova fase muitas surpresas e realizações aconteçam.
estou feliz por cada minuto do meu dia... desde a primeira pessoa que me deu parabéns, até os significativos presentes, os significativos parabéns, as ligações, as palavras de carinho, atenção, as surpresas. me sinto realizada e feliz por ter amigos como os que tenho.
tive 2 surpresas em um só dia! receber carinho e atenção de pessoas que às vezes não têm tanta oportunidade de se expressar. mas, estou bem, feliz. não posso ser hipócrita de dizer que as lembrancinhas materiais não contam, mas também não posso dizer que trocaria toda essa atenção e esse amor que recebi nesse dia, que não é só porque é o meu aniversário, mas foi o dia em que escolheram para me homenagear.
muito obrigada amigos, a festa é minha e quem ganha o presente sou eu (rsrs)
Parabéns pra mim <ô/


segunda-feira, 18 de julho de 2011

Enjoying the life (again & again)

o último comentário do rene (www.atavernadaraposa.blogspot.com) me deixou um pouco grilada, me fez pensar um 'caldo' na vida.
não é de hoje que eu observo afinidades e semelhanças entre os 'acontecimentos acontecidos' comigo e os acontecidos com o rene. e não só com ele, com vários amigos, um pouco mais velhos, que já enfrentaram situações semelhantes.
então, eis a questão: será que é absolutamente normal e esperado que vivamos todos as mesmas cenas da novela, mesmo que escolhamos caminhos diferentes e estilos diferentes de vida?
explicando: é aquele cara ou aquela garota que gosta muito de você, daí você não sente uma coisa parecida e depois quando começa a se interessar, ele/ela te esnoba;
é aquele hábito que você tem/tinha de observar as estrelas, as luas, os céus e os fenômenos da natureza;
é aquela insegurança que te assombra, depois auto confiança que te invade quando você percebe que é superior a qualquer coisa que tem o prazer de te ferir;
é o medo de uma vida nova que você tenha de enfrentar, mas que seja totalmente necessária;
é a indecisão;
o assombro pela vida;
a solidão...
(e por aí vai)
tudo isso se repete, não importa se você é negro, branco, vermelho ou azul...
se você estuda num colégio/faculdade particular, federal, estadual ou fuleira...
se você anda de ônibus, de camaro, de jatinho ou à pé...
não importa quão diferente você seja de todo o resto do mundo, algum desses tipos de situação, você terá em comum com alguém.
porque todo mundo, em algum momento da vida, se sentiu sozinho em meio à uma multidão, ou quis fugir pra não tomar uma decisão.
mas, como se chama isso? o que significa? como reagir a isso?
hoje não intento dizer verdades ou raciocínios... só tenho perguntas a apresentar.
sem mais!

segunda-feira, 11 de julho de 2011

Enjoy the moon



Depois de muito tempo, só uma coisa me pudia despertar a atenção... a Lua

A Lua ontem tinha um ar diferente.

Nada de ingênua, cheia, brilhante ou adorável...

ela era sarcástica.

Tinha um sorriso debochado, acho que ria de mim.

Mas, era impossível não olhá-la.

Mas, ela me criticava.

Era impossível não criticar, frente à situação deplorável.

Você vive a vida com todos, você pensa que vive a vida. Mas, no fim da noite é você quem está sozinha, indo pra casa sozinha.

E então, com excessão do vento que te toca com força e da Lune que ri de você/com você/ pra você... você não tem mais ninguém!

Não importa o quanto você se esforce, se exiba, (ou se permita ser vista), ninguém te nota.

E ai incrivelmente, você vê todas as pessoas que não gostaria de ver, quando pensa que sua noite não pode ser pior. Mas, é certo que você treme os joelhos quando a (o) vê.

Ria de mim, Lua... EU estou com vontade de rir.